MacBook Air M5: dobro de armazenamento, Wi-Fi 7 e preço de entrada de US$ 1.099 — vale os R$ 100 a mais?

A geração M5 do notebook mais vendido do mundo chega com chip de conectividade inédito, SSD mais rápido e, pela primeira vez, opção de até 4 TB de armazenamento — mas o design segue intocado

A Apple anunciou o MacBook Air M5 nos modelos de 13 e 15 polegadas, e desta vez a atualização vai além do processador. O novo modelo chega com preço inicial de US$ 1.099 — US$ 100 a mais do que a geração anterior —, mas já inclui 512 GB de armazenamento de base, o dobro dos 256 GB do M4. É uma mudança que, na prática, reequilibra a equação de valor para quem sempre achou o modelo de entrada da linha Air “apertado” em espaço.

As principais novidades são: chip N1 da Apple estreando na linha Air, trazendo suporte a Wi-Fi 7 e Bluetooth 6; SSD mais rápido na comparação com o M4; e, pela primeira vez na história do modelo, uma configuração máxima de 4 TB de armazenamento. As opções de memória RAM seguem as mesmas: 16, 24 e 32 GB. Design, cores disponíveis e formato permanecem idênticos à geração anterior. As pré-vendas se abriram em 4 de março, com previsão de entrega a partir de 11 de março.

O MacBook Air M5 é daquelas atualizações que não empolgam na apresentação, mas fazem sentido no uso cotidiano. Sair de 256 GB para 512 GB no modelo base já era uma demanda antiga — quem nunca teve que apagar arquivos para caber uma atualização do macOS que atire a primeira pedra. O Wi-Fi 7 via chip N1 é um bônus real para quem tem roteadores mais recentes em casa. O design congelado pode frustrar quem esperava algo diferente, mas a Apple sabe muito bem o que está fazendo: mexer no Air é arriscado. Para quem tem M3 ou mais antigo, a atualização faz sentido. M4? Espere o próximo ciclo.


Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *